Liberdade Mental
Escrito por Luis Echer em terça-feira, 4 de dezembro de 2012 em
Em meio à sala de aula lotada, deparo-me com a seguinte pergunta: até que ponto somos livres?, não falo de liberdade comprada, ou uma tentativa falha em ser "do contra", ser livre vai muito além disso. Um cara me disse que liberdade é quando nenhum agente externo influencia sua escolha, mas como isso é possível quando expressar uma opinião significa levar um tapa na cara? A verdade é lamentável, mas ao mesmo tempo lógica: Quer ser livre? more numa selva sozinho, e não esqueça de ser inconsciente, caso contrário sua própria consciência tornará as escolhas mais difíceis. Talvez o ser humano não consiga lidar com o fato de viver trancafiado em uma jaula, e se ilude com a artificialidade de um ser "quase livre". Não acho que isso seja possível, ou a porta está aberta, ou fechada, nesse tipo de situação não existe meio termos. Quem se contenta com semi-liberdade é porque tá preso. "Pássaro livre canta, pássaro enjaulado lamenta". Talvez a sociedade realmente acredite estar cantando, cega por uma tentativa falha de não seguir os padrões e mais padrões que são impostos perante a mediocridade de cidades lotadas de homens e mulheres, cheios de cabeças vazias. Sugiro a quem acha tudo tão normal olhar as coisas mais de perto. É muito lamento pra pouca cantoria.
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1 comentários:
Texto mt bom cara, parabéns
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